{"id":13363,"date":"2024-02-05T08:55:00","date_gmt":"2024-02-05T11:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/?p=13363"},"modified":"2024-04-06T17:46:05","modified_gmt":"2024-04-06T20:46:05","slug":"lidia-maria-de-souza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2024\/02\/05\/lidia-maria-de-souza\/","title":{"rendered":"Lidia Maria de Souza"},"content":{"rendered":"\n<p>A agricultora L\u00eddia Maria de Souza, natural do munic\u00edpio de Espumoso-RS, revela sua jornada junto ao seu marido Constantino Catarino de Souza, desde P\u00e9rola d&#8217;Oeste, no Paran\u00e1, passando por Bras\u00edlia at\u00e9 se estabelecer no Oeste da Bahia. A entrevista teve a participa\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/02\/20\/beatriz-helena-casali\/\" data-type=\"post\" data-id=\"10692\">Beatriz Casali<\/a><\/strong>, anteriormente entrevistada pela equipe Epopeia do Agro.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1974, a fam\u00edlia decidiu ir para a capital brasileira devido a uma seca no Paran\u00e1. Tinham acabado de adquirir a primeira colheita e ainda n\u00e3o a haviam pago. Foi quando um parente conhecido ligou de Bras\u00edlia e apresentou uma proposta irrecus\u00e1vel: &#8220;Vem para c\u00e1 que aqui n\u00e3o existe ningu\u00e9m conhece colheitadeira, vai ganhar muito dinheiro aqui&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Dona L\u00eddia precisou tomar a dif\u00edcil decis\u00e3o de deixar os filhos pequenos aos cuidados de L\u00facia, a filha mais velha, que j\u00e1 era casada, enquanto Juarez estudava no col\u00e9gio agr\u00edcola em Bras\u00edlia. Ela detalha os desafios enfrentados para conquistar os lotes de terra, incluindo o \u00e1rduo trabalho na colheita de arroz, enquanto cuidava da fam\u00edlia e enfrentava a saudade dos filhos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1600\" height=\"900\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13364\" style=\"width:796px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image.jpeg 1600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-300x169.jpeg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-768x432.jpeg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-600x338.jpeg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Com o passar dos anos, Juarez, certa vez, ouviu falar de uma terra: <em>&#8220;Pai, o senhor que gosta da terra, \u00e9 bom ir l\u00e1 na Bahia. Dizem que l\u00e1 a terra n\u00e3o vale nada. Ningu\u00e9m quer, s\u00f3 querem a terra onde tem \u00e1gua, a\u00ed onde tem \u00e1gua tem um morador e o resto das terras est\u00e1 l\u00e1 abandonada, ningu\u00e9m faz nada, \u00e9 tudo cerrado&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por volta de 1977 e 1978, Constantino, esposo de Dona L\u00eddia, foi conhecer as terras em Barreiras. Na primeira vez, ele ficou hospedado em S\u00e3o Desid\u00e9rio, cidade vizinha, por 30 dias, sem mandar not\u00edcias do seu paradeiro para a fam\u00edlia. A comunica\u00e7\u00e3o era dif\u00edcil, n\u00e3o havia telefone, celular ou r\u00e1dio. Quando Dona L\u00eddia foi \u00e0 Bahia encontr\u00e1-lo, Constantino j\u00e1 estava convencido:<em> &#8220;A gente vai ficar aqui, vai pegar essas terras e n\u00f3s vamos viajar para o Sul, trazer a gauchada para c\u00e1&#8221;<\/em>. Foi o que fizeram, compraram 158 mil hectares para revender para agricultores do Sul. Tiraram fotos das fazendas, das planta\u00e7\u00f5es, das terras e aos poucos convenceram as fam\u00edlias que migraram do Sul.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Beatriz Casali, houve um processo de coloniza\u00e7\u00e3o. As terras eram vendidas a pre\u00e7os muito baixos, relembra: &#8220;<em>Era o valor de uma carteira de cigarro. Hoje \u00e9 20 reais uma carteira de cigarro, era mais ou menos esse valor de uma terra aqui nessa nossa regi\u00e3o Bela Vista, Placas e Roda Velha&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Essas terras, inicialmente consideradas sem valor, tornaram-se fundamentais para o desenvolvimento agr\u00edcola da regi\u00e3o. A valoriza\u00e7\u00e3o das terras ao longo do tempo destacou o Oeste da Bahia como refer\u00eancia no agroneg\u00f3cio. Isso se deve ao esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o dos produtores rurais pioneiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Durante os anos 1980, Constantino desempenhou papel crucial nessa transi\u00e7\u00e3o. Ele era respons\u00e1vel por receber as fam\u00edlias que chegavam, vendendo as terras em abund\u00e2ncia. As fam\u00edlias eram atra\u00eddas pela proposta de adquirir terras por um custo acess\u00edvel, vinham com a esperan\u00e7a de cultivar e garantir o seu patrim\u00f4nio para as futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a fam\u00edlia de Dona L\u00eddia chegou, o cen\u00e1rio era muito diferente de hoje. Era uma paisagem densa de cerrado, somente vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Foi necess\u00e1rio abrir estradas para acesso \u00e0s fazendas. Beatriz Casali conta que o Senhor Constantino cedeu 250 hectares de terra para a constru\u00e7\u00e3o de uma comunidade em Bela Vista. O senhor Casali e Almir Ficagna tamb\u00e9m permaneceram para ajudar na funda\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, havia o problema de abastecimento de \u00e1gua que impedia a constru\u00e7\u00e3o das casas, sendo necess\u00e1rio contratar servi\u00e7os de m\u00e1quinas vindas de S\u00e3o Paulo para ajudar na perfura\u00e7\u00e3o do po\u00e7o artesiano. A sogra de Beatriz fez uma promessa para Nossa Senhora dos Navegantes pedindo \u00e1gua. Quando chegou, atribu\u00edram o milagre \u00e0 santa e fundaram a ent\u00e3o Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-13366\" style=\"width:867px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image.png 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-300x200.png 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-768x512.png 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-600x400.png 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Local onde era realizado os cultos antes da constru\u00e7\u00e3o da Igreja. Reprodu\u00e7\u00e3o: Acervo Beatriz Casali<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Quando a fam\u00edlia da Dona L\u00eddia chegou ao Oeste da Bahia, inicialmente, plantaram arroz e foram pioneiros na constru\u00e7\u00e3o de um secador para o produto. Todos os agricultores levavam o arroz para descascar e vender.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do cultivo de arroz na Bahia, a m\u00e3o de obra era composta principalmente por sulistas, ga\u00fachos e paranaenses, pois os locais n\u00e3o valorizavam a terra e n\u00e3o tinham experi\u00eancia na atividade agr\u00edcola. As fam\u00edlias, cada uma respons\u00e1vel por sua terra, contavam com a ajuda dos pr\u00f3prios filhos, criando um ambiente de trabalho familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s aproximadamente um ano de plantio de arroz, iniciaram a planta\u00e7\u00e3o de milho e, posteriormente, o terceiro ano marcou o in\u00edcio do cultivo de soja. A introdu\u00e7\u00e3o da soja se deu com a obten\u00e7\u00e3o de sementes em Bras\u00edlia, provenientes do PAD\/DF- Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A log\u00edstica para obten\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as e insumos era desafiadora, pois tudo precisava ser buscado em Barreiras, a \u00fanica localidade mais desenvolvida na \u00e9poca. Barreiras ainda era uma cidade pequena, com aproximadamente 30 mil habitantes. As pe\u00e7as para manuten\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas agr\u00edcolas eram importadas de Goi\u00e2nia, e o transporte levava uma semana ou mais para a entrega.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o da soja, Dona L\u00eddia recorda que nos primeiros anos, a produ\u00e7\u00e3o era destinada a compradores locais, como os Coelho, que intermediaram a venda para empresas como a Ceval. Posteriormente, a Bunge tornou-se uma das principais compradoras.<\/p>\n\n\n\n<p>A conversa destaca a limita\u00e7\u00e3o inicial na produtividade do arroz, devido \u00e0 falta de corre\u00e7\u00e3o de solo e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas. No entanto, mesmo diante de desafios como a seca, a persist\u00eancia dos agricultores resultou em colheitas bem-sucedidas e contribuiu para o desenvolvimento da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Dona L\u00eddia compartilha hist\u00f3rias desafiadoras e marcantes dos primeiros tempos em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es. Ela destaca a coragem dos ga\u00fachos que enfrentaram as adversidades, incluindo o calor intenso, a falta de infraestrutura e, at\u00e9 mesmo, a conviv\u00eancia perigosa com cobras venenosas. N\u00e3o havia atendimento m\u00e9dico, a comunidade precisou se reunir para trazer do Sul o m\u00e9dico Dr. Kary, mais uma prova dos esfor\u00e7os para proporcionar melhores condi\u00e7\u00f5es de vida na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO pior mesmo era a estrada, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Era um sofrimento. Fic\u00e1vamos na estrada, se chovia, n\u00e3o dava para voltar de Barreiras. Fic\u00e1vamos na estrada, dorm\u00edamos na estrada, os carros atolavam, era muito sofrimento. T\u00ednhamos que empurrar os carros, e quem tinha que fazer isso era eu, porque ele ficava no volante, n\u00e3o \u00e9 verdade? Passamos por muitas dificuldades, mas sempre com a esperan\u00e7a de vencer. Sempre fui uma pessoa cheia de esperan\u00e7a, acreditando na vit\u00f3ria.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1600\" height=\"1066\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13365\" style=\"width:892px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1.jpeg 1600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-768x512.jpeg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-1536x1023.jpeg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/image-1-600x400.jpeg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dona L\u00eddia mostra sua cria\u00e7\u00e3o de porcos &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o: Epopeia do Agro<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Ao final, dona L\u00eddia destaca a import\u00e2ncia de trazer experi\u00eancias e conhecimentos para as gera\u00e7\u00f5es mais jovens, como os netos e bisnetos, que est\u00e3o ingressando na agricultura. Essas hist\u00f3rias servem como li\u00e7\u00f5es valiosas sobre resili\u00eancia, determina\u00e7\u00e3o e supera\u00e7\u00e3o diante dos desafios do pioneirismo na forma\u00e7\u00e3o de uma nova comunidade agr\u00edcola.<\/p>\n\n\n\n<p>A entrevista tamb\u00e9m destaca a figura de dona L\u00eddia como uma mulher de neg\u00f3cios e uma l\u00edder forte em sua fam\u00edlia. Sua hist\u00f3ria serve de inspira\u00e7\u00e3o, mostrando como ela desempenhou um papel crucial no in\u00edcio e no crescimento da regi\u00e3o, deixando um legado duradouro para as gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipe Epopeia do Agro agradece a dona L\u00eddia pela generosidade em compartilhar sua hist\u00f3ria e por contribuir para preservar a mem\u00f3ria do desenvolvimento do Oeste da Bahia. Leia mais sobre a participa\u00e7\u00e3o de Constantino de Souza em outras entrevistas emocionantes.<strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/06\/09\/almir-e-isolete-ficagna\/\" data-type=\"post\" data-id=\"11087\"> Clique aqui para acessar a entrevista com Almir e Isolete Ficagna<\/a><\/strong> ou a entrevista com <strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/02\/20\/beatriz-helena-casali\/\" data-type=\"post\" data-id=\"10692\">Beatriz Casali<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passamos por muitas dificuldades, mas sempre com a esperan\u00e7a de vencer<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13369,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[113],"tags":[156,256,120,257,195,255,259,253,254,258,280,123,121,193,190],"class_list":["post-13363","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","tag-barreiras","tag-beatriz-casali","tag-bela-vista","tag-brasilia-2","tag-ceval","tag-constantino-de-souza","tag-cultivo-de-arroz","tag-epopeiadoagro","tag-espumoso","tag-igreja-nossa-senhora-dos-navegantes","tag-mulheres-no-agro","tag-oeste-da-bahia","tag-pioneirismo","tag-rio-grande-do-sul","tag-sul"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13363","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13363"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13363\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13372,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13363\/revisions\/13372"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13369"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13363"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13363"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13363"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}