{"id":13355,"date":"2024-01-29T08:20:50","date_gmt":"2024-01-29T11:20:50","guid":{"rendered":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/?p=13355"},"modified":"2024-01-29T13:12:24","modified_gmt":"2024-01-29T16:12:24","slug":"luiz-pradella","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2024\/01\/29\/luiz-pradella\/","title":{"rendered":"Luiz Pradella"},"content":{"rendered":"\n<p>Luiz Pradella compartilhou a hist\u00f3ria da sua fam\u00edlia, descendentes de imigrantes italianos, que migraram para o Brasil. Inicialmente estabeleceram-se no Sul do Brasil e, posteriormente, em Palotina, Paran\u00e1. O crescimento da propriedade ocorreu principalmente com a produ\u00e7\u00e3o de milho e a cria\u00e7\u00e3o de porcos. Descubra as inspira\u00e7\u00f5es, os ensinamentos e os momentos que marcaram a jornada da fam\u00edlia Pradella no Oeste da Bahia. Leia agora esta entrevista com Luiz Pradella e o seu irm\u00e3o Odir Pradella.<\/p>\n\n\n\n<p>Na d\u00e9cada de 90, Arnaldo Pradella (pai de Luiz e Odir), explorou novas oportunidades em fronteiras agr\u00edcolas, viajando para o Mato Grosso e Par\u00e1, mas decidiu permanecer em Palotina para fortalecer o neg\u00f3cio. Em 2000, a fam\u00edlia Pradella visitou o Oeste da Bahia, ficando encantada com a regi\u00e3o e decidindo adquirir uma \u00e1rea na Coaceral (Cooperativa Agr\u00edcola do Cerrado do Brasil Central). A motiva\u00e7\u00e3o principal era expandir o neg\u00f3cio de soja e milho, buscando uma \u00e1rea maior, e o cerrado baiano se tornou a oportunidade perfeita para esse crescimento. A transi\u00e7\u00e3o ocorreu ao longo de v\u00e1rios anos, aprendendo e se adaptando ao novo ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada da fam\u00edlia Pradella ao Oeste da Bahia, em fevereiro de 2001, marcou o in\u00edcio de uma jornada desafiadora. A propriedade, adquirida no in\u00edcio do ano, exigiu a abertura de picadas, demarca\u00e7\u00e3o de sede e a perfura\u00e7\u00e3o de um po\u00e7o artesiano para garantir acesso \u00e0 \u00e1gua. As condi\u00e7\u00f5es adversas, como a dist\u00e2ncia da fonte mais pr\u00f3xima e a falta de energia el\u00e9trica, demandaram solu\u00e7\u00f5es criativas, incluindo a montagem de um grupo gerador.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Ao chegar em 15 de abril de 2001, a fam\u00edlia iniciou a constru\u00e7\u00e3o do acampamento, com apoio tempor\u00e1rio na casa de um conhecido em Formosa do Rio Preto. Luiz Pradella relembra a import\u00e2ncia do apoio dos pais:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA m\u00e3e veio cuidar da cozinha para todos que estavam ali, em poucos dias a gente j\u00e1 era mais de 15 pessoas e ela cuidava das 3 refei\u00e7\u00f5es na \u00e9poca com mais de 60 anos de idade, e assim as coisas foram acontecendo\u201d<\/em> (Luiz Pradella)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O plano inicial de preparar 500 hectares para o plantio naquele ano enfrentou desafios devido ao atraso no preparo do solo e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis. A fam\u00edlia decidiu adaptar sua estrat\u00e9gia, optando desmatar outra \u00e1rea de 500 hectares para o plantio de arroz. Na \u00e9poca, Luiz teve problemas de sa\u00fade e precisou voltar para se tratar. Foi quando Odir Pradella assumiu a lideran\u00e7a operacional, estabelecendo parcerias para o financiamento da compra de calc\u00e1rio, gesso, aduba\u00e7\u00e3o, e outros servi\u00e7os de maquinaria para preparar o solo para o cultivo de arroz.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1600\" height=\"900\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-13358\" style=\"width:842px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image.png 1600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-300x169.png 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1024x576.png 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-768x432.png 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-1536x864.png 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/image-600x338.png 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Luiz e Odir Pradella durante a entrevista para equipe Epopeia do Agro<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Segundo Odir Pradella, a opera\u00e7\u00e3o foi planejada de \u00faltima hora, e apesar dos esfor\u00e7os conjuntos, a colheita de arroz enfrentou dificuldades, resultando em baixa qualidade. Na tentativa de reverter a situa\u00e7\u00e3o, a fam\u00edlia optou por melhorar a \u00e1rea destinada ao arroz para a pr\u00f3xima safra de soja, mas novamente enfrentaram contratempos, perdendo tanto a planta\u00e7\u00e3o de arroz quanto o plantio inicial de soja devido a pragas.<\/p>\n\n\n\n<p>O replantio de soja ocorreu em condi\u00e7\u00f5es desafiadoras, com sementes de baixa qualidade e infesta\u00e7\u00e3o de plantas daninhas. A safra de 2003 marcou a primeira entrada de recursos, tr\u00eas anos ap\u00f3s os investimentos iniciais. A partir desse ponto, a fam\u00edlia expandiu suas opera\u00e7\u00f5es, dobrando a \u00e1rea na safra 2003-2004. Optaram por abrir \u00e1reas com soja, abandonando o arroz devido \u00e0 sensibilidade deste \u00faltimo e \u00e0s dificuldades enfrentadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas adversidades levaram muitos produtores rurais a desistirem do cultivo na regi\u00e3o. Luiz destaca que o patrim\u00f4nio produtivo da fam\u00edlia no Paran\u00e1 foi um apoio essencial para alcan\u00e7ar sucesso ao replantar a soja no Oeste da Bahia. A estrat\u00e9gia de focar em tecnologia, rota\u00e7\u00e3o de culturas e manejo sustent\u00e1vel do solo permitiu que a fam\u00edlia triplicasse o teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo, alcan\u00e7ando 3% em muitas \u00e1reas. Esse progresso, combinado com investimentos em tecnologia e pr\u00e1ticas agr\u00edcolas inovadoras, posicionou os Pradella como exemplo de sucesso na regi\u00e3o do Oeste da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cH\u00e1 mais de 20 anos, estamos produzindo, e mesmo diante de perdas de safra, n\u00e3o desistimos. Outros tamb\u00e9m enfrentaram dificuldades, mas \u00e9 uma virtude comum entre n\u00f3s, que chegamos aqui, superamos obst\u00e1culos e focamos no neg\u00f3cio. O importante \u00e9 persistir e fazer o m\u00e1ximo com o que temos. Isso acontece em qualquer empreendimento, e muitos aqui conseguiram \u00eaxito ao perseverar e se dedicar ao m\u00e1ximo.\u201d<\/em> (Luiz Pradella)<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os desafios enfrentados pela fam\u00edlia, destacam-se quest\u00f5es relacionadas \u00e0 infraestrutura da regi\u00e3o, como a falta de estradas, comunica\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria e aus\u00eancia de energia el\u00e9trica. A necessidade de construir estradas pr\u00f3prias e buscar solu\u00e7\u00f5es para a comunica\u00e7\u00e3o e energia el\u00e9trica foi encarada como oportunidade para inova\u00e7\u00e3o e resolu\u00e7\u00e3o de problemas.<\/p>\n\n\n\n<p>O clima, caracterizado por veranicos intensos, foi uma dificuldade que a fam\u00edlia reconhece n\u00e3o poder administrar, mas buscou superar por meio de pr\u00e1ticas agr\u00edcolas adaptadas e estrat\u00e9gias de manejo do solo. O investimento em consultorias desde o in\u00edcio tamb\u00e9m se mostrou crucial, estabelecendo parcerias saud\u00e1veis de crescimento, pautadas pelo di\u00e1logo e pela busca de solu\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas e vi\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, o senhor Luiz Pradella esclareceu que, embora n\u00e3o possu\u00edsse uma forma\u00e7\u00e3o superior em agronomia, ele \u00e9 t\u00e9cnico agr\u00edcola, posteriormente estudou administra\u00e7\u00e3o e realizou uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em estrat\u00e9gia do agroneg\u00f3cio pela FGV. A fam\u00edlia sempre buscou suporte em consultorias e instrutores locais para adquirir conhecimento espec\u00edfico da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"524\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-1024x524.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13356\" style=\"width:890px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-1024x524.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-300x154.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-768x393.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-1536x786.jpg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-2048x1049.jpg 2048w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG_2060-600x307.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gledson Rocha entrevista Luiz Pradella e Odir Pradella<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A fam\u00edlia Pradella adotou diversas tecnologias e estrat\u00e9gias para enfrentar os desafios da agricultura no Oeste da Bahia. Em termos de corre\u00e7\u00f5es de solo, eles investiram em doses elevadas de calc\u00e1rio, gesso agr\u00edcola e utiliza\u00e7\u00e3o de plantas de servi\u00e7o, como a braqui\u00e1ria. A preocupa\u00e7\u00e3o com a acidez do solo e a busca por pr\u00e1ticas que agregassem valor \u00e0 terra foram constantes ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>No que diz respeito \u00e0s m\u00e1quinas, a fam\u00edlia trouxe tratores mais potentes do Paran\u00e1, onde estavam acostumados a trabalhar com m\u00e1quinas menores. O trator de 180 cavalos foi um desbravador das \u00e1reas entre 2001 e 2009, respons\u00e1vel por trabalhos pesados e aberturas de \u00e1reas. A escolha do equipamento considerou a necessidade de realizar tarefas exigentes no in\u00edcio da adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao plantio, eles buscaram as melhores sementes dispon\u00edveis, optando por qualidade desde o in\u00edcio. No entanto, durante o replantio da soja, enfrentaram a falta de sementes de qualidade e precisaram recorrer a sementes de gr\u00e3os. Essa decis\u00e3o arriscada resultou em sucesso e permitiu a continuidade do plantio.<\/p>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia tamb\u00e9m adotou pr\u00e1ticas de agricultura de precis\u00e3o, como a aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio \u00e0 noite para evitar problemas relacionados ao vento. A aten\u00e7\u00e3o aos detalhes e a busca por efici\u00eancia foram caracter\u00edsticas fundamentais ao longo do processo, demonstrando a mentalidade de fazer o melhor com os recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>A comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas da fam\u00edlia Pradella envolveu tanto o arroz quanto a soja. O arroz foi destinado principalmente ao mercado interno, atendendo a demanda regional, incluindo \u00e1reas pr\u00f3ximas como Barreiras e Formosa do Rio Preto. O volume de produ\u00e7\u00e3o de arroz nessa \u00e9poca era relativamente baixo.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a soja encontrou um mercado amplo, com vendas para grandes tradings, como Cargill, Bunge e Caramuru. A escolha da trading muitas vezes estava relacionada ao melhor pre\u00e7o oferecido na \u00e9poca. A log\u00edstica de transporte variava, com envios por caminh\u00f5es para Barreiras e por caminhonetes para Formosa do Rio Preto.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto aos gr\u00e3os, parte deles era destinada ao mercado interno, com destaque para o Nordeste, como Fortaleza e Teresina. A estrat\u00e9gia envolvia buscar vendas de soja verde para se financiar, pois o des\u00e1gio da soja verde era significativo. O Banco do Brasil foi mencionado como um parceiro importante ao longo desse processo, fornecendo suporte financeiro para aquisi\u00e7\u00e3o de insumos e investimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A entrevista aborda tamb\u00e9m o crescimento da propriedade ao longo do tempo, destacando a expans\u00e3o como um sonho que se tornou realidade, permitindo \u00e0 fam\u00edlia Pradella ter um peda\u00e7o de ch\u00e3o diferenciado. Essa expans\u00e3o foi viabilizada por um olhar proativo para os desafios, buscando solu\u00e7\u00f5es e adaptando-se constantemente. O solo foi enfatizado como a base de tudo, e a fam\u00edlia investiu em tecnologias voltadas para a qualidade e sa\u00fade do solo, garantindo produtividade sustent\u00e1vel ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a entrevista destaca o compromisso social da fam\u00edlia Pradella, envolvendo apoio a projetos de transfer\u00eancia de tecnologia para microprodutores na cultura do milho. A participa\u00e7\u00e3o em projetos sociais e a busca por compartilhar conhecimentos s\u00e3o apresentadas como um legado valioso para a regi\u00e3o. Esse compromisso social n\u00e3o apenas contribui para o desenvolvimento da comunidade, mas tamb\u00e9m proporciona uma troca de conhecimentos ben\u00e9fica para ambas as partes.<\/p>\n\n\n\n<p>Descubra a hist\u00f3ria do \u201cPradell\u00e3o\u2019, uma inova\u00e7\u00e3o agr\u00edcola criada pela fam\u00edlia Pradella. <a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/11\/08\/odir-pradella\/\" data-type=\"post\" data-id=\"13151\"><strong>Leia agora os detalhes da entrevista exclusiva com Odir Pradella.<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00f3cio Propriet\u00e1rio do Grupo Pradella, diretor de Sustentabilidade da AIBA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13357,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[113],"tags":[240,171,191,253,123,239,152,241],"class_list":["post-13355","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","tag-agricultora","tag-coaceral","tag-cultura-de-soja","tag-epopeiadoagro","tag-oeste-da-bahia","tag-palotina","tag-parana","tag-pradella"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13355","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13355"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13355\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13360,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13355\/revisions\/13360"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13357"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13355"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13355"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13355"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}