{"id":11087,"date":"2023-06-09T08:00:52","date_gmt":"2023-06-09T11:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/?p=11087"},"modified":"2024-04-06T17:46:52","modified_gmt":"2024-04-06T20:46:52","slug":"almir-e-isolete-ficagna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/06\/09\/almir-e-isolete-ficagna\/","title":{"rendered":"Almir e Isolete Ficagna"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"11087\" class=\"elementor elementor-11087\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3511d35d elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default qodef-elementor-content-no\" data-id=\"3511d35d\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-e5be6df\" data-id=\"e5be6df\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a1ab668 maps elementor-view-default elementor-widget elementor-widget-icon\" data-id=\"a1ab668\" data-element_type=\"widget\" id=\"maps\" data-widget_type=\"icon.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-icon-wrapper\">\n\t\t\t<a class=\"elementor-icon\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/d\/viewer?hl=pt-BR&#038;mid=1OlQstIKZEadVs_hiZc9S1WKT_rG9sYc&#038;ll=-12.127428600000018%2C-46.309163100000006&#038;z=8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t<i aria-hidden=\"true\" class=\"fas fa-map-marked-alt\"><\/i>\t\t\t<\/a>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d6f2d98 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d6f2d98\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.15.0 - 31-07-2023 *\/\n.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#69727d;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#69727d;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t<p><!-- wp:heading {\"level\":5} --><\/p>\n<h5 class=\"wp-block-heading\">A Fam\u00edlia Ficagna \u00e9 pioneira da comunidade de Bela Vista em Luiz Eduardo Magalh\u00e3es (BA).\u00a0<\/h5>\n<p><!-- \/wp:heading --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Isolete e Almir, um casal de agricultores no Oeste da Bahia, contam como se conheceram, se apaixonaram, se casaram e come\u00e7aram a trabalhar na fazenda. Eles tamb\u00e9m falam sobre seus filhos, netos e os desafios que enfrentaram em sua vida juntos.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Isolete Ficagna nasceu na cidade de C\u00e2ndido Rondon, no estado do Paran\u00e1. Aos nove anos de idade, chegou \u00e0 comunidade de Bela Vista, que hoje pertence \u00e0 cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, juntamente com seus familiares, pais e av\u00f3s. No in\u00edcio, tudo era muito dif\u00edcil, pois a regi\u00e3o era isolada, toda coberta de cerrado, mas aos poucos foram desbravando e plantando.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>&#8220;Cheguei aqui muito nova. Como meu pai tinha apenas filhas mulheres, tivemos que trabalhar em casa e ajudar na lavoura. Enfrentamos muitas dificuldades, pois n\u00e3o t\u00ednhamos \u00e1gua encanada nem energia el\u00e9trica. Depois a gente cresceu e viu a necessidade de melhorar as coisas\u201d<\/em><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":11101,\"width\":743,\"height\":419,\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11101\" src=\"http:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"743\" height=\"419\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-300x169.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-768x432.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna-600x338.jpg 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/isolete-ficagna.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">Entrevista com Isolete Ficagna<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>\u201cA comunidade se reuniu e fez uma escola at\u00e9 a quarta s\u00e9rie, as pr\u00f3prias m\u00e3es dos alunos eram as professoras e merendeiras. A gente morava do lado, como n\u00e3o tinha cantina, eu fazia a merenda em casa e lev\u00e1vamos para a escola. Logo conseguimos ajuda da Prefeitura de Barreiras, porque ainda n\u00e3o havia nada constru\u00eddo em Lu\u00eds Eduardo. \u00c9ramos uma verdadeira fam\u00edlia.&#8221; <\/em><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Em 1985, Isolete tinha catorze anos quando come\u00e7ou a namorar Almir Ficagna. Almir, sendo oito anos mais velho do que ela, sentia que precisava de uma companheira para trabalhar com ele na fazenda. Eles namoraram por dois anos antes de se casarem em 25 de julho de 1987.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Isolete lembra que eles come\u00e7aram a namorar depois que Almir e sua fam\u00edlia costumavam ir at\u00e9 a casa deles para tomar chimarr\u00e3o. Em pouco tempo eles perceberam que se completavam em termos de pensamentos e interesses. Almir tamb\u00e9m comenta que sabia que valia a pena esperar por algu\u00e9m que o completasse e que sem ela, ele n\u00e3o seria o homem que \u00e9 hoje.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":12083,\"width\":537,\"height\":436,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12083\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar-1024x831.png\" alt=\"\" width=\"537\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar-1024x831.png 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar-300x244.png 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar-768x623.png 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar-600x487.png 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/14-copiar.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">Casamento de Almir e Isolete Ficagna &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o: Acervo da fam\u00edlia<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Almir Ficagna nasceu na comunidade de Pratinha, que pertencia \u00e0 cidade de Espumoso, no estado do Rio Grande do Sul. Aos onze anos, seu pai, o senhor Anildo Ficagna, adquiriu terras na regi\u00e3o de Ven\u00e2ncio Aires, pr\u00f3xima a Santa Cruz do Sul. Nessa regi\u00e3o, a cultura agr\u00edcola predominante era o fumo. Apesar disso, seu pai plantou soja por sete anos, enfrentando dificuldades devido \u00e0 falta de maquin\u00e1rio adequado para a cultura da soja na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Ouvindo de amigos sobre a exist\u00eancia de terras baratas no &#8220;Norte&#8221; do Brasil, seu pai decidiu vender suas terras e buscar essas \u00e1reas baratas. Em junho de 1980, eles embarcaram em um carro em busca dessas terras. A viagem durou mais de vinte dias, percorrendo cerca de treze mil quil\u00f4metros, guiando-se apenas pelo mapa guia rodovi\u00e1rio. O jovem Almir desempenhava o papel de navegador nesta epopeia.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":11099,\"width\":747,\"height\":420,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11099\" src=\"http:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-300x169.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-768x432.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5-600x338.jpg 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-5.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">Almir Ficagna &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o: Epopeia do Agro<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Ao chegarem em Bras\u00edlia, foram at\u00e9 o Plano de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD\/DF), onde encontraram v\u00e1rios amigos de inf\u00e2ncia, incluindo o senhor Constantino, com quem estudaram na juventude na cidade de Espumoso. Constantino mencionou a exist\u00eancia de terras baratas no estado da Bahia.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>&#8220;Lembro-me claramente que, ao subir a Serra do Alvorada, a estrada ainda n\u00e3o estava asfaltada e havia muita poeira. Na chegada \u00e0 Bahia, j\u00e1 havia asfalto. Quando entramos no estado da Bahia, cada quil\u00f4metro percorrido nos animava ainda mais, pois nunca t\u00ednhamos sonhado com uma plan\u00edcie t\u00e3o extensa como aquela. Chegamos quase ao anoitecer e ficamos observando as luzes dos carros. Demoravam cerca de vinte minutos para ultrapassarem a gente, e aquela imensid\u00e3o de terra plana era fascinante!&#8221; (Almir Ficagna)<\/em><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Ao chegarem em Barreiras, hospedaram-se na casa de Constantino por dois dias. Visitaram as comunidades de Placas e Bela Vista, que ainda n\u00e3o tinham esse nome (eram conhecidas apenas como &#8220;gerais&#8221;). Precisando tomar uma decis\u00e3o mais dif\u00edcil, foram para um hotel, pois mudar do Rio Grande do Sul para a Bahia seria, sem d\u00favida, uma mudan\u00e7a significativa em suas vidas.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>&#8220;Ficamos no hotel por tr\u00eas, quatro dias, e lembro-me que meu pai me chamava todas as manh\u00e3s, por volta das cinco ou cinco e meia, para dar um passeio. Eu me perguntava por que fazer isso, e ele respondia: &#8216;Para voc\u00ea ver como a experi\u00eancia de vida faz a diferen\u00e7a&#8217;. Durante os passeios, quando encontr\u00e1vamos pessoas mais velhas, ele parava para conversar. Lembro-me de um senhor que conhecemos, n\u00e3o me lembro seu nome, mas ele havia morado em Barreiras por mais de cinquenta anos. Ele nos contou que na regi\u00e3o dos gerais, eles levavam o gado para se alimentar, e disse: &#8216;Tropeei gado l\u00e1 nos gerais por uns trinta anos. Aqui em Barreiras, a chuva n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o boa, mas nos \u2018Gerais\u2019 chove muito bem. Um detalhe: quanto mais pr\u00f3ximo da serra, mais chuva tem.&#8217; Um senhor com tanta idade e experi\u00eancia, meu pai n\u00e3o teve d\u00favidas de que ele estava falando a verdade.&#8221; (Almir Ficagna<\/em>)<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":12087,\"width\":557,\"height\":435,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12087\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar-1024x799.png\" alt=\"\" width=\"557\" height=\"435\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar-1024x799.png 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar-300x234.png 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar-768x599.png 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar-600x468.png 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/13-copiar.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">Reprodu\u00e7\u00e3o: Acervo da fam\u00edlia<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>&#8220;Chegamos aqui em julho, \u00e9poca seca, e n\u00e3o havia nada plantado. A \u00fanica coisa que vimos foram algumas terras nas margens da estrada, onde os tratores passavam, e l\u00e1 havia uma planta de melancia que havia brotado. O senhor Constantino nos mostrou que, se a melancia estava nascendo em junho, era um sinal de que qualquer coisa que plant\u00e1ssemos ali daria certo.&#8221; (Almir Ficagna)<\/em><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Apesar de terem pouco conhecimento cient\u00edfico, mas com muita experi\u00eancia de vida no campo e a certeza de que chovia na regi\u00e3o, eles decidiram fechar neg\u00f3cio, mesmo notando que o solo era diferente do que estavam acostumados, confiando na possibilidade de corrigi-lo. Enfrentaram v\u00e1rias dificuldades, como a falta de energia el\u00e9trica e os desafios de abrir \u00e1reas para o in\u00edcio das planta\u00e7\u00f5es. Ainda n\u00e3o havia \u00e1gua e tiveram que percorrer treze quil\u00f4metros para conseguir a fonte de \u00e1gua.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">No in\u00edcio, Almir cultivava principalmente arroz devido \u00e0 sua adaptabilidade a solos \u00e1cidos e baixa fertilidade. A soja foi introduzida na regi\u00e3o nos anos 80, com variedades tropicais vindas do PAD\/DF. Embora essas variedades crescessem muito, a produtividade era baixa por causa da falta de tecnologia. A comercializa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m era um desafio, sendo feita por uma ind\u00fastria em Pernambuco. Apesar das baixas produtividades, o custo era vi\u00e1vel para o plantio de soja na \u00e9poca.\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":9533,\"width\":635,\"height\":440,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9533\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5-1024x709.jpg\" alt=\"\" width=\"635\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5-1024x709.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5-300x208.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5-768x532.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5-600x416.jpg 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/5.jpg 1133w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">Primeiras planta\u00e7\u00f5es de soja nos anos 1980 &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o: Acervo da fam\u00edlia<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Com o passar do tempo, novas variedades de soja mais adaptadas \u00e0 regi\u00e3o foram trazidas da Embrapa, aumentando consideravelmente a produtividade. Nessa \u00e9poca a troca de informa\u00e7\u00f5es entre os agricultores era essencial por causa da falta de acesso \u00e0 tecnologia, eles compartilhavam entre si os experimentos bem-sucedidos.\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">N\u00e3o havia aux\u00edlio governamental e a agricultura na regi\u00e3o foi um per\u00edodo de pioneirismo at\u00e9 1985, quando houve uma maior inclus\u00e3o de tecnologia. A busca por novas variedades e formas de plantar \u00e9 constante, e os agricultores agora t\u00eam que se preocupar com doen\u00e7as de solo e nematoides, plantando variedades resistentes a essas doen\u00e7as.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">A falta de capital limitava o crescimento da regi\u00e3o, foi quando o gerente do Banco do Brasil, Pedro Guedes, ofereceu linhas de cr\u00e9dito para financiamento de algumas \u00e1reas, o que impulsionou o investimento e o crescimento. O protagonismo de Pedro Guedes j\u00e1 foi mencionado anteriormente nas entrevistas com <strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/03\/06\/hilario-kappes\/\" data-type=\"post\" data-id=\"11133\">Hil\u00e1rio Kappes<\/a> <\/strong>e <strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/2023\/03\/10\/antonio-guadagnin\/\" data-type=\"post\" data-id=\"11148\">Ant\u00f4nio Guadagnin<\/a><\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Empresas, como as de fertilizantes e qu\u00edmicos, tamb\u00e9m come\u00e7aram a acreditar na regi\u00e3o e fornecer cr\u00e9dito, contribuindo para o crescimento. A empresa Bunge (na \u00e9poca, se chamava CEVAL) se estabeleceu na regi\u00e3o e construiu armaz\u00e9ns, mas os agricultores tamb\u00e9m formaram uma cooperativa chamada Copergel, construindo seus pr\u00f3prios armaz\u00e9ns para receber os produtos. Conforme a regi\u00e3o se tornava bem-sucedida, novas empresas come\u00e7aram a se interessar.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Nos primeiros anos, o sucesso da regi\u00e3o dependia da determina\u00e7\u00e3o dos agricultores, pois n\u00e3o havia incentivos financeiros. Almir reconhece que, quando chegaram \u00e0 regi\u00e3o jovens, n\u00e3o tinham no\u00e7\u00e3o do que estavam enfrentando, mas foram superando os desafios ao longo do tempo. Hoje, gra\u00e7as ao apoio da tecnologia, a nova gera\u00e7\u00e3o de agricultores tem mais certeza da produtividade da terra e enfrenta desafios relacionados ao novo formato de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os. A regi\u00e3o \u00e9 considerada uma pot\u00eancia agr\u00edcola, onde tudo o que \u00e9 plantado d\u00e1 frutos.\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Nesta parte da entrevista, Almir e Isolete compartilham algumas fotos e lembran\u00e7as da sua hist\u00f3ria como jovem casal de agricultores, desde o primeiro plantio de soja, em 1981, at\u00e9 seu casamento em 1987. Eles come\u00e7aram sua vida juntos em uma fazenda com 90 hectares de terra limpa e o restante era uma floresta. Eles tiveram que trabalhar duro para sustentar a si e sua fam\u00edlia em crescimento, mas nunca experimentaram uma colheita fracassada que impediria de pagar suas contas. Eles tiveram quatro filhos, e embora um tenha falecido, agora t\u00eam tr\u00eas filhos e quatro netos.\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:gallery {\"imageCrop\":false,\"linkTo\":\"none\",\"sizeSlug\":\"medium\",\"align\":\"center\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default\"><!-- wp:image {\"id\":11100,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\",\"className\":\"is-style-default\"} -->\n<p>\u00a0<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" class=\"wp-image-11100\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-1024x576.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-300x169.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-768x432.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6-600x338.jpg 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-6.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"id\":11097,\"sizeSlug\":\"large\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" class=\"wp-image-11097\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-1024x576.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-300x169.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-768x432.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3-600x338.jpg 600w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Almir-Ficagna-3.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:gallery --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\"><em>&#8220;Desde que nos casamos, nunca perdemos uma safra completamente. Superamos juntos as dificuldades. No in\u00edcio, t\u00ednhamos apenas o necess\u00e1rio para viver, e n\u00f3s mesmos realizamos as tarefas dos primeiros plantios, pois n\u00e3o t\u00ednhamos funcion\u00e1rios. Um ajudava o outro.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Isolete mostra o primeiro barrac\u00e3o constru\u00eddo e o carro utilizado pela fam\u00edlia na \u00e9poca. O casal conta sobre os momentos de divers\u00e3o que tinham nos domingos jogando bola e bebendo cerveja. Eles tamb\u00e9m formaram um grupo de jovens que se encontravam uma vez por m\u00eas para se divertir, fazer jantares e apresenta\u00e7\u00f5es de dan\u00e7a das fitas, manifesta\u00e7\u00e3o popular t\u00edpica no Sul do Brasil.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">A entrevista encerra com as fotografias do per\u00edodo em que Almir serviu o ex\u00e9rcito no 4\u00ba BEC &#8211; Batalh\u00e3o de Engenharia de Constru\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pelas estradas asfaltadas no trecho entre Barreiras e Ibotirama. A entrevista retrata a vida do casal na Bahia, com seus desafios, conquistas, divers\u00e3o e momentos de uni\u00e3o ap\u00f3s 35 anos juntos.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":12084,\"width\":559,\"height\":395,\"sizeSlug\":\"full\",\"linkDestination\":\"none\"} --><\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12084\" src=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/4-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"559\" height=\"395\" srcset=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/4-copiar.jpg 804w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/4-copiar-300x212.jpg 300w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/4-copiar-768x543.jpg 768w, https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/4-copiar-600x424.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px\" \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figcaption class=\"wp-element-caption\">4\u00ba BEC &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o: Acervo da fam\u00edlia<\/figcaption>\n<\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">A hist\u00f3ria de vida de Isolete e Almir nos ensina sobre a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o e do aprendizado cont\u00ednuo. Apesar de ter estudado apenas at\u00e9 a quarta s\u00e9rie, Isolete nunca desistiu de buscar novos conhecimentos e retomou seus estudos mais tarde para concluir a quinta e sexta s\u00e9rie. Almir tamb\u00e9m \u00e9 um exemplo de perseveran\u00e7a, tendo continuado a trabalhar na agricultura mesmo diante de obst\u00e1culos.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">A fam\u00edlia Ficagna \u00e9 uma das pioneiras da comunidade de Bela Vista. Distantes da sua terra natal, convivendo com costumes diferentes, o casal foi acolhido pela popula\u00e7\u00e3o do Oeste da Bahia. Contribu\u00edram para essa hist\u00f3ria de uni\u00e3o e supera\u00e7\u00e3o, servindo de inspira\u00e7\u00e3o para esse povo seguir em frente, mesmo diante das dificuldades. Hoje, sem d\u00favida, podemos dizer que a vista da Bela Vista \u00e9 bela gra\u00e7as aos pioneiros que chegaram aqui e transformaram seus sonhos em realidade, proporcionando novos sonhos para as gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black;\">Ficou com vontade de ver mais imagens daquela \u00e9poca? N\u00e3o perca a oportunidade de explorar o acervo da fam\u00edlia Ficagna no site Epopeia do Agro. <strong><a href=\"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/portfolio-item\/acervo-edit-almir\/\">Clique aqui<\/a><\/strong> para viajar no tempo por meio de fotografias que retratam momentos marcantes da hist\u00f3ria da fam\u00edlia.<\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Fam\u00edlia Ficagna \u00e9 pioneira da comunidade de Bela Vista em Luiz Eduardo Magalh\u00e3es (BA).\u00a0 Isolete e Almir, um casal de agricultores no Oeste da Bahia, contam como se conheceram, se apaixonaram, se casaram e come\u00e7aram a trabalhar na fazenda. Eles tamb\u00e9m falam sobre seus filhos, netos e os desafios que enfrentaram em sua vida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":11094,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[113],"tags":[143,142,145,134,124,177,176,158,280,150,152,190],"class_list":["post-11087","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","tag-bela-vista-2","tag-migracao","tag-novos-planos","tag-oeste-da-bahia-2","tag-pioneirismo-2","tag-4o-bec","tag-candido-rondon","tag-luis-eduardo-magalhaes","tag-mulheres-no-agro","tag-pad-df","tag-parana","tag-sul"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11087"}],"version-history":[{"count":39,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11087\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13328,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11087\/revisions\/13328"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11094"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/epopeiadoagro.com.br\/epopeia\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}